Arte: Portal Tailândia

Dois casos parecidos, em Estados diferentes, mostram em um curto intervalo de tempo, como funciona o chamado “tribunal do crime” de grupos criminosos no Brasil.

Nesses ‘julgamentos', onde na maioria das vezes a vítima já entra condenada, os grupos filmam e divulgam os vídeos, numa espécie de intimidação aos rivais. Os vídeos se espalham, e alguns ganham repercussões nacionais.

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Foi o que ocorreu com duas adolescentes do Piauí, no último fim de semana. Obrigadas a cavarem a própria cova, as garotas foram torturadas e mortas a tiros, segundo a polícia. A motivação é que as duas pertenciam a uma facção rival a dos executores.

Os corpos de Maria Eduarda Lira e Joyce Ellen, de 17 e 16 anos respectivamente foram encontrados em uma cova rasa, na cidade de Timon, no Maranhão. Até o momento ninguém foi preso pelo crime.

A pouco mais de 1 mil quilômetros de distancia, a cena se repetiu em Igarapé-Miri. Com outra jovem, de 22 anos de idade, com possível envolvimento com drogas. Segundo a polícia, o motivo envolveria uma vingança contra o namorado dela.

Adriana Miranda foi morta a tiros. O corpo dela ainda não foi localizado. Até o momento ninguém foi preso pelo crime.

Ambas as vítimas tinham ligações com o mundo do crime, segundo aponta a polícia.

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