Imagem/Internet

Nos últimos meses, você pode ter notado um aumento significativo de golpes aplicados pelo WhatsApp, e se não notou aqui vamos citar alguns deles, de acordo com a empresa de segurança digital PSafe, o número de ciberataques pelo aplicativo duplicou no fim do último trimestre de 2017.

 

Para a PSafe e seu laboratório de segurança, o DFNDR Lab, o WhatsApp “se tornou a ferramenta número um dos hackers para aplicar golpes cibernéticos no Brasil”, com mais de 44 milhões de casos de disseminação de links maliciosos no aplicativo de mensagens instantâneas – um aumento de 107% em relação ao trimestre anterior, que registrou cerca de 21 milhões de casos.

“Ao utilizar o WhatsApp, os cibercriminosos estão aprimorando suas estratégias por meio de engenharia social. Eles estão investindo contra indivíduos por meio de uma rápida e maciça disseminação de links maliciosos em vez de produzir malwares, que são mais complexos de serem criados e têm menor potencial de viralização”, explicou o diretor do DFNDR Lab, Emilio Simoni.

Estes golpes tem se popularizado principalmente pela habilidade dos cibercriminosos em criar sites e links verossímeis, e ao fingir trazer ofertas especiais e até processos seletivos para empregos, o que são extremamente atraentes para pessoas que sofrem com a crise financeira no Brasil.

baixar aplicativos suspeitos ou assinaturas de serviços, com um bem mais lucrativo e perigoso: golpes bancários.

“Essa variação de ciberataque reúne alto potencial de viralização e maior possibilidade de ganho financeiro para os criminosos”, declarou Simoni.

De qualquer forma, golpes no WhatsApp continuam a ser um perigo em 2018, com mais de 2,5 milhões de pessoas afetadas só nos 20 primeiros dias de janeiro.

 Fonte: Tecnologia/UOL

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *