Não é só com as chuvas e as cheias dos rios que ocasionam alagamentos que o paraense precisa se preocupar. Nesta terça-feira (15), a Secretaria de Saúdo do Pará fez um alerta sobre os riscos que o caracol gigante africano, um molusco presente na região amazônica, pode trazer à saúde da população.

O alerta é necessário porque o caracol africano (Achatina fulica) é hospedeiro do parasito Angiostrongylus cantonensis, que causa meningite eosinofílica. Esse tipo de meningite resulta da presença de larvas do parasito nas membranas do cérebro (meninges), provocando reação inflamatória. 

As manifestações clínicas mais comuns são dor de cabeça severa, náuseas, vômitos, pescoço rígido e anormalidades neurológicas. Ocasionalmente ocorrem invasões oculares.

Como matar o caracol gigante africano

Para o controle do caracol gigante africano, a população precisa tomar as seguintes medidas:

  • Coletar os caracóis com as mãos protegidas com luvas ou sacos plásticos;
  • Colocá-los em recipiente rígido;
  • Queimá-los com cuidado para evitar acidentes com o fogo e enterrá-los ou…
  • Colocá-los em um saco plástico e esmagá-los com cuidado para não ter contato com o muco do caracol;
  • Enterrá-los em seguida.

Como se limpar após encontrar um caracol gigante africano

  • Lavar bem as mãos após manusear os caracóis;
  • Higienizar bem os alimentos antes do consumo;
  • Manter jardins e quintais sem acúmulo de mato ou entulhos que podem sirvir de abrigo para o caracol.
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