O Hospital Geral de Tailândia (HGT) voltou a ser alvo de críticas e reclamações, por partes de usuários e acompanhantes. A recepção cheia e pacientes sofrendo com uma demora que parece não ter fim, se tornou rotina.  

Do lado de fora da unidade, mais agônia. Dona Dulcinéia Chagas Brilhante, de 69 anos, que tinha sido diagnosticada com pneumonia após ser levada pela família, ficou mais de 4 horas esperando do lado de fora por um local para ficar em monitoramento, o que aconteceu apenas após as 19h.

Há 10 anos o hospital foi devolvido ao Governo do Estado pela gestão municipal da época. Desde então, é administrado por uma organização social. Mas nos últimos dias, as reclamações aumentaram tanto, que muitos apelam até para o governador.

Caso da dona Simoni Brito, que estava desesperada com o estado de saúde da neta, uma menina de 1 ano de vida. Ela não segurou a indignação. “O médico perguntou para o técnico em enfermagem o que deveria fazer”.

A neta dela seria transferida na manhã desta quinta-feira (6) para Marabá, depois que o prefeito do município Paulo Liberte Jasper (Macarrão) conseguiu, junto ao Governo do Estado, a liberação do leito. A bebê, infelizmente morreu na noite de ontem após quatro dias internada na unidade.

Outra situação que foi bastante divulgada nas redes sociais no município, foi o caso da dona Ângela Maria Ferreira, de 58 anos, que foi diagnosticada com câncer terminal. O filho dela, Antônio José, precisou gravar um vídeo pedindo ajuda para a mãe não ser mandada para casa.

Após a repercussão, o HGT esclareceu que a referida usuária estar internada na unidade hospitalar e que agora aguarda transferência para o hospital, em Belém.

Com a forte virose que atingiu muita gente nos últimos dias a demanda aumentou, e as reclamações também.

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