Consumidores insatisfeitos com o alto valor da conta de luz reclamaram da Equatorial após instalação de nova fiação elétrica e troca de leitores.

A promessa era que a conta chegaria mais barata, mas para muitos consumidores de Tailândia, a 230 km de Belém, não foi o que aconteceu.

De acordo alguns moradores, que se manifestaram nas redes sociais, algumas contas tiveram um salto sem explicação de um mês ao outro. “Minha conta passou de R$ 107 para R$ 437 e não nos explicam o porquê desse aumento”, reclama uma moradora.

Uma outra mulher usou seu perfil no Facebook para desabafar contra os impostos cobrados no talão de energia. De acordo com a moradora, foram mais de R$ 600 reais de impostos. A conta de luz dela veio com cobrança de R$ 1.372 reais.

Equipes da Equatorial estão trocando postes, fiação elétrica, medidores e transformadores em Tailândia/PA. A obra já contemplou vários bairros do município. Nestes locais, a conta de luz já chegou após a nova instalação.

Uma das justificativas para a empresa refazer as instalações seria o auto número de furto de energia elétrica na cidade.

Outro lado

Nossa equipe entrou em contato com a Equatorial, através da assessoria de impressa para ouvir a posição da empresa sob o assunto.

Assim que a empresa nos retornar o espaço será destinado a nota da concessionária.

Comentário
  1. Nenhuma novidade. Isso é um programa arbitrário. Não existe bom senso da companhia . O que importa são os lucros. Ninguém investe sem esperar um retorno. E o meio de retorno já foi instalado. Agora é lamentar e não usar no calor a central , voltar ao velho ventilador , retroceder, pois qualidades de vida nem em casa podemos ter mais.
    Sou a favor de pagar pelo o que eu uso!
    Em Tailândia não temos um minino de saneamento básico, condições alguma de trafegar 500 metros sem cair em um buraco, mas o “investimento” que deveria ser ao nosso favor em qualidade e estabilidade de energia elétrica vem! Pois isso gera renda para o município e a equatorial, enquanto para nós só gera prejuízo , pois somos obrigado a pagar por um serviço arbitrário que cobra o que não consumimos e em eminente ameaça de corte se estivermos inadimplentes.

    Sacanagem !

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