Após protestos, votação de cassação de prefeito é adiada.

Uma sessão ordinária que votaria a cassação do prefeito afastado de Tucuruí, Arthur Brito, foi adiada após protestos na Câmara Municipal, na manhã desta terça-feira (28). Com isso, a decisão de abertura ou não da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) que analisará a cassação será realizada só semana que vem.

Um grupo de vereadores constituído por Gualberto Neto (DEM), Tania Zamataro (PMDB), Jorge Anderson (PSB) e Marcelo Campos (PMDB), exige a aprovação da criação de uma comissão para apuração do caso, com prazo inicial de 90 dias para análise das denúncias. Com isso, Brito teria um prazo estipulado para apresentação da defesa.

De acordo com a denúncia do vereador Weber Galvão, irmão do prefeito assassinado Jones William, há envolvimento do gestor na morte de William, assassinado em julho deste ano no município. Brito também foi apontado em ação civil do Ministério Público do Pará (MPPA) por improbidade administrativa.

Em outubro deste ano, a mãe de Artur, Josenilde Silva Brito, 53 anos, foi presa pelo envolvimento no assassinato de Jones. Ontem (27), a justiça paraense negou pedido de liberdade em Habeas Corpus de Josenilda.

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