Foto: Setran

A manutenção na ponte sobre o rio Moju, vai recuperar sete pilares, que estão com a estrutura metálica exposta e com problemas de corrosão e desgaste. O choque das embarcações provocou ainda uma dilatação maior do que o habitual entre dois blocos de concreto que compõem as pistas de rolamento. 

Os operários trabalham nesta fase na recuperação dos pilares. Foram montados dois canteiros de obras nas duas margens do rio, próximo à ponte. Um barco e uma balsa garantem a mobilidade dos operários, que se revezam nas atividades em terra e na água, conforme o regime das marés.

O trabalho conta com apoio de mergulhadores do Corpo de  Bombeiros, que fazem o relatório da situação dos pilares que ficam submersos. A partir dessas  informações, a  equipe  de engenharia da Setran determina as intervenções nessas áreas, substituindo as ferragens danificadas e revestindo com concreto os pilares. Nesta fase está mantido o tráfego de veículos no local.

Na segunda fase da obra deve haver a interrupção pontual do tráfego de veículos para resolver o problema de dilatação observada no eixo central da ponte, que tem 868 metros de extensão e 23 metros de altura. O problema se deve à falta de uma placa de borracha, chamada neoprene, que impede o contato direto entre o metal das vigas e o concreto da pilastra de sustentação. A ausência do material faz com que haja um desgaste maior e, consequente, o aumento da junta de dilatação entre os blocos de concreto.

A obra de recuperação da ponte rio Moju terá ainda a revitalização da sinalização náutica na área e a implantação de novas defensas para evitar os choques de embarcações com a estrutura.

Com informações Agência Pará

Comentários
Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *