Sargento da reserva da Polícia Militar Antônio Anildo Alves da Silva e materiais apreendidos durante as investigações. Foto: Reprodução/G1| Internet

A Polícia Civil (PC) apresentou, na manhã desta sexta-feira (31), novas informações sobre a investigação da morte do sargento da reserva da Polícia Militar Antônio Anildo Alves da Silva, executado na última quarta-feira (29), no município de Mãe do Rio, no nordeste do Pará.

Durante coletiva de imprensa, o delegado Breno Henrique afirmou que o crime foi uma retaliação de uma facção criminosa a uma intervenção da Polícia Militar no município, que terminou com a morte de um integrante do grupo.

Segundo o delegado, quatro homens participaram diretamente da execução do policial militar e todos já foram identificados. Dois deles morreram após entrarem em confronto com as forças de segurança durante as diligências realizadas desde o crime.

As investigações também identificaram outros integrantes da organização criminosa responsáveis pelo apoio logístico da ação. Entre eles, um homem apontado como fornecedor das munições utilizadas na execução e dois suspeitos que guardavam as armas antes do ataque. De acordo com a PC, os três reagiram durante o cumprimento das medidas policiais e morreram em confronto.

Além disso, um adolescente foi identificado por participação na logística do grupo criminoso, enquanto dois adultos foram presos em flagrante pelos crimes de porte ilegal de arma de fogo e tráfico de drogas.

O veículo roubado em Castanhal e utilizado na execução do sargento também foi localizado pelas equipes policiais.

Até o momento, a operação resultou na morte de cinco suspeitos ligados à facção, na prisão de duas pessoas e na apreensão de seis armas de fogo. A Polícia Civil informou que todos os envolvidos na empreitada criminosa já foram identificados e que as investigações continuam para concluir o inquérito e responsabilizar os participantes do crime.

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