Crédito: Foto Divulgação

Um caso inusitado no cemitério municipal de Novo Repartimento, chamou atenção das autoridades da cidade. Segundo informações, um artefato de ouro acabou sendo retirado de um cadáver recém sepultado, vítima do novo coronavírus. A família do servidor público federal aposentado José Sabino, descobriu o sinistro na última terça-feira, 9, e tentam descobrir o autor do crime de violação de sepultura junto a Polícia Civil da cidade.

A Família da vítima acredita que o crime aconteceu no dia 8 deste mês. Ao chegarem no cemitério municipal, localizado no bairro Parque Morumbi, viram que o túmulo onde estava sepultado José Sabino, foi violado. Com o jazido destruído e a urna violada observou-se que o cadáver estava sem a aliança de ouro. A família logo procurou a Polícia civil para registrar o caso.

Em relação ao crime, não é considerado furto. ‘Assim, aquele que subtrai as coisas mencionadas deve responder apenas pelo delito de violação de sepultura, previsto no artigo 210 da Lei Substantiva Penal que aponta pena de reclusão, de um a três anos, e multa’, diz nota da Polícia Civil sobre o caso.

A nota explica ainda que: ‘Consuma-se esse crime com qualquer ato de vandalismo sobre a sepultura. Violar significa abrir e devassar ilegitimamente’. Em relação a aliança, é considerado ‘coisa abandonado pela família, que pode ser objeto material de crime patrimonial’.

Por: Portal de Carajás

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