Crédito: Eliseu Dias/Agência Pará

Por conta da alta do preço do litro de açaí em Belém e Região Metropolitana, o alimento tem ficado quase que proibido para a maior parte da população, principalmente a de baixa renda. Foi o que concluiu o Dieese/PA no balanço do preço do litro do “líquido precioso”.

Segundo as pesquisas, a trajetória no preço do litro de açaí comercializado na Grande Belém nos últimos 12 meses não foi uniforme.

O açaí do tipo médio, por exemplo, (o mais consumido) em junho do ano passado, 2018, custava em média na grande Belém R$ 18,91, fechou o ano de 2018 custando em média R$ 14,80; iniciou o ano de 2019 sendo comercializado em média a R$ 16,04, em maio foi comercializado a R$ 19,30 e no mês passado, junho, foi comercializado em média a R$ 19,15.

Os preços do litro de açaí são muito diferenciados em função dos vários locais de vendas, com isso existem diferenças de preços entre as várias feiras e pontos de vendas espalhados pela cidade, bem como também entre os supermercados que comercializam o produto.

Na última semana do mês de junho o litro do açaí do médio foi encontrado pelo DIEESE/PA com os seguintes preços: nas feiras livres o menor preço encontrado foi de R$ 8,00 e o maior R$ 20,00 e nos supermercados o menor preço encontrado foi de R$ 19,00 e o maior R$ 20,00.

Já o açaí do tipo grosso também está mais caro. Em junho do ano passado o litro do mesmo custava em média R$ 27,77 e no mesmo mês deste ano, foi comercializado em média a R$ 27,85 por litro. O litro do açaí do grosso foi encontrado pelo DIEESE/PA na última semana do mês de junho nas feiras livres com o menor preço de R$ 20,00 e o maior a R$ 25,00, nos supermercados o menor preço encontrado foi de R$ 25,00 e o maior a R$ 32,00.

Ainda segundo as pesquisas do DIEESE/PA, a tendência para o mês de julho é de queda no preço do produto.

Com informações Roma News do DIEESE/PA

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