Edson Pojo e a ex-esposa, Lilian. | Reprodução

O assassinato de Liliane Santana da Silva Pojo, de 36 anos, morta a tiros pelo próprio marido, o policial Edson Campos Pojo, que se matou após o crime, em Belém, chochou a população paraense. Novos detalhes do caso, entretanto, trazem ainda maior tensão sobre o caso: Edson respondia a um processo criminal, estava com as atividades suspensas, proibido de portar arma e já havia relatado sua insatisfação com a separação.

Edson foi nomeado ao cargo de investigador da Polícia Civil em junho de 2014, sendo lotado no município de Xinguara, no sudeste paraense. Em dezembro de 2019, entretanto, Edson foi alvo de um processo criminal, junto com outros três policiais, acusado de se aproveitar do cargo de policiais para ameaçar e coagir pessoas. Segundo denúncia do MP, disponível no site do TJPA, eles eram suspeitos de praticar “crimes em concurso de pessoas, aproveitando-se do poder de intimidação que o cargo lhes oferece, além de aparentemente terem agido dentro da própria repartição pública (Delegacia de Polícia)”.

No decorrer do processo, que ainda corre na Justiça, foram determinadas as suspensões de “toda função pública ligada à Polícia Civil”, suspensão do porte de armas e ainda o distanciamento das testemunhas e pessoas ligadas a elas, proibição de frequentar bares e o recolhimento domiciliar durante a noite.

Fontes ligadas à polícia também informaram que Edson estava recebendo acompanhamento psicológico atualmente, e que durante as sessões, havia afirmado que não aceitava o fim de seu relacionamento com Lilian.

A morte de Lilian chocou a capital paraense. Pelas redes sociais, diversas pessoas lamentaram o ocorrido.

Por: Diário Online

Comentário
  1. Bem, essa área tivermos bastante problemas com caçadores Armando bufetes nas regiões de matas, tem colegas que ja pegou tiro de bufete,

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