A vacina experimental contra o novo coronavírus produzida pelo laboratório Pfizer apresentou bons resultados em testes com humanos. Os resultados, porém, são de um estudo randômico, isto é, feito de forma controlada, em 45 voluntários que receberam três doses da vacina ou placebo.

No estudo a vacina estimulou resposta imune dos pacientes saudáveis, mas ainda não se sabe se esse nível mais alto de anticorpos é realmente capaz de gerar imunidade à doença.

A Pfizer vai conduzir novos estudos em breve para provar que quem tomou a vacina é 50% menos vulnerável ao vírus.

Se tudo der certo com os testes, a expectativa da companhia é produzir até 100 milhões de doses da vacina até o final deste ano e mais 1,2 bilhão até o final de 2021.

Apesar de estimular a imunidade, a vacina também causou efeitos colaterais, como febre, em doses mais altas. A vacina está sendo produzida pela Pfizer em parceria com a empresa de biotecnologia BioNTech

Nos testes a vacina foi capaz de gerar anticorpos contra a covid-19 e alguns deles neutralizaram o vírus, o que pode significar que é capaz de parar o funcionamento dele, mas ainda não se sabe se esse nível mais alto de anticorpos é realmente capaz de gerar imunidade à doença.

O estudo foi randômico e testado em 45 voluntários que receberam três doses da vacina ou placebo; destes, 12 receberam uma dose de 10 microgramas, outros 12 tomaram 30 microgramas, mais 12 receberam uma dose de 100 microgramas e nove foram tratados com a versão em placebo da vacina.

A dose mais alta, de 100 microgramas, causou febre em metade dos participantes do teste — por conta dos efeitos colaterais, o grupo não recebeu uma segunda dose.

Por Roma News

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