Vista aérea do centro de Tailândia
Vista aérea do centro de Tailândia
Vista aérea do centro de Tailândia

É de conhecimento de todos que a Eleição para vereadores e prefeitos só acontecerá em 2016, provavelmente, em 02 de outubro, o primeiro turno e no dia 30 de outubro o segundo turno para algumas cidades. Alguém pode dizer, falta muito tempo, bom pode até ser verdade, contudo, como diz o jargão o tempo voa. Logo não há tempo a perder, e perder tempo pode ser crucial.

Em Tailândia, município paraense, as perguntas das ruas relacionadas ao poder municipal são as seguintes – quem será eleito prefeito em 2016? O prefeito atual será ou virá para reeleição? Geralmente no ano que antecede as eleições as cartas começam a ser marcadas, é possível ter ideias quase que concretas, indicar um possível favorito, porém, nesse ano não se poder dizer nada ou quase nada acerca de Tailândia. Provavelmente este seja o cenário político mais incerto da história da cidade.

Entre perguntas e respostas predomina a incerteza. Porém em pequenas e grandes bocas, alguns nomes são citados: Deputado e ex-prefeito Macarrão, Tarcísio da Vivo, Cabeça do Posto, Tadeu Hermes, Gil do PT, David Soledade, João Medeiros, Roberto Gambim, Ricardo Rocha e o atual prefeito Ney da Saúde.

Qual deles? Ou nenhum deles. Será que no apagar das luzes outro nome pode surgir e mudar os rumos da política de Tailândia.

O quadro de indefinição que paira na cidade tem seus lados “negativo” e “positivo” para atual gestão.

Lado Negativo porque passa a ideia de que algo muito errado está acontecendo, que algumas coisas não estão caminhando como deveriam, e que o prefeito não acertou a mão, gerando assim desconfiança e insatisfação por parte dos populares. Este quadro negativo pode ser valioso para oposição se a mesma souber articular e arrebanhar os insatisfeitos montando assim uma estrutura que no amanhã pode ser decisiva no pleito eleitoral.

O lado positivo da incerteza é que a mesma pode de alguma forma está indicando que ainda há tempo pra mudanças profundas, para um choque de gestão, que produza no eleitorado a ideia de que o poder atual está trabalhando para o povo e com o povo.

As cartas foram lançadas na mesa, agora façam as suas apostas. Pois, marcadas elas não estão, pelo menos até o momento.

 

Por Taciano Cassimiro | Perfil no Facebook

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