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A facada sofrida por Jair Bolsonaro em setembro de 2018, durante a corrida eleitoral à Presidência da República, foi “mais ou menos correta”.

Há quem pareça lamentar que o atentado não tenha sido consumado. “Não [foi] total”.

Deste modo, Adélio Bispo de Oliveira, autor do crime, deve ser considerado um “desgraçado”.

Essa é a linha de raciocínio de Paulo Betti, que integra a Rede Globo de Televisão.

Em entrevista ao UOL, o artista relembrou a tentativa de assassinato sofrida pelo atual chefe do Executivo brasileiro.

“Em algum momento [da história] nós [da esquerda] falhamos muito. Se tivéssemos plantado alguma coisa sólida, ela não se desmancharia de uma forma tão fácil”, iniciou.

“Mas têm os deuses também, tem o imponderável, tem a facada no peito, no meio da multidão. Isso não estava previsto”, continuou.

“Ninguém tinha previsto que ia aparecer um maluco e golpear a camisa amarela que estava escrito ‘Brasil Acima de Tudo’ e ia cravar uma faca ali de uma maneira mais ou menos correta, mas não total. É um desgraçado [risos]”, finalizou.

Há quem defenda que o global insinuou torcer para que o então candidato tivesse morrido naquela ocasião.

No entanto, existe quem considera que o artista simplesmente creditou a vitória eleitoral ao atentado sofrido por Bolsonaro.

Até o fechamento desta matéria, o ator ainda não havia feito qualquer pronunciamento sobre a repercussão da declaração.

Por: Conexão Política

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