O Senado da Argentina aprovou, na madrugada desta quarta-feira (30), o projeto de lei, de autoria do presidente Alberto Fernández, que autoriza o aborto voluntário até a 14ª semana de gestação. Após 12 horas de debate, foram 38 votos a favor da legalização, 29 contra e uma abstenção.

“É aprovado, vira lei e vai para o Executivo”, explicou a vice-presidente Cristina Kirchner, que preside o Senado.

O texto aprovado estabelece, ainda, que, após o período de 14 semanas, o aborto será permitido apenas em casos de risco de vida para a gestante ou estupro.

No Twitter, Fernández comemorou a aprovação do projeto: “O aborto seguro, legal e gratuito é lei. Hoje somos uma sociedade melhor, que amplia os direitos das mulheres e garante a saúde pública”, escreveu o presidente argentino.https://55384a690b5bfff866866c83a2c95b03.safeframe.googlesyndication.com/safeframe/1-0-37/html/container.html

Segundo informações da agência AP, abortos clandestinos já causaram a morte de mais 3 mil mulheres no país desde 1983. Todos os anos, cerca de 38 mil mulheres são hospitalizadas por conta deste procedimento.

O Liberal

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