Mobilização foi motivada pela agressão sofrida por um professor. O protesto aconteceu na porta do Fórum onde o adolescente foi ouvido.

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Alunos e professores protestam contra violência escolar em Altamira. (Foto: Reprodução/TV Liberal)

A população da cidade de Altamira, no sudoeste do estado, protestou nesta quinta-feira (13) contra a violência que invade as salas de aula. A mobilização foi motivada pela agressão de um adolescente de 16 anos contra o professor de biologia Carlos Alberto da Conceição Fonseca Júnior, de 22 anos, dentro de sala de aula. O caso aconteceu na última quarta-feira (12).

O protesto aconteceu na porta do Fórum onde o adolescente foi ouvido. Os manifestantes pediram justiça e mais segurança nas escolas. Por causa do protesto, a rua de acesso ao prédio ficou interditada. “Estamos manifestando nosso repúdio, nossa intolerância à uma atitude dessa natureza, porque concordamos que na escola é um lugar de paz e harmonia”, disse Pedro Santos, professor.

“Ninguém acreditava que isso poderia ter acontecido com um professor tão querido, que ninguém desejava mal, foi um choque”, disse Yndaiá Ripardo, estudante.

A família do professor diz que ele se recupera bem da cirurgia e que mesmo fora de perigo, continua abalado. “Ele pede para a gente ter calma, mas ele chora muito. O nosso afeto, o nosso amor de família, fez com que ele buscasse forças para segurar essa situação”, disse Walber Trindade, irmão da vítima.

Entenda o caso
Na última quarta-feira (12), o professor de biologia Carlos Alberto da Conceição Fonseca Júnior, de 22 anos, foi ferido com dois golpes de canivete por um estudante de 16 anos, dentro de sala de aula, em um colégio particular em Altamira, no sudoeste do estado. A ação do aluno foi registrada pelas câmeras do circuito interno de segurança.

O adolescente foi apreendido e levado para a delegacia de Altamira, por tentativa de homicídio. Ele relatou à polícia que queria apenas dar um susto no professor porque ele teria feito brincadeiras em sala de aula. O professor foi levado para o Hospital Municipal e já foi operado. O estado de saúde dele é estável.

Em uma audiência realizada na Vara da Infância e Juventude em Altamira, sudoeste do Pará, nesta quinta-feira (13), a Justiça determinou que o adolescente  deve ficar apreendido em Altamira, até que seja providenciada a transferência dele para um Centro de Internação em Santarém, oeste do estado.

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g1 pa

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