A capacidade dos seus cientistas e das universidades públicas e privadas, envolvidas diariamente com as pesquisas de medicamentos, equipamentos de proteção individual (EPI), testes e vacinas contra a Covid-19, comprovam que este setor do país sul-americano é absolutamente capaz de contribuir com o mundo para vencer a pandemia.

São vários exemplos de iniciativas de sucesso relacionadas às pesquisas argentinas que merecem destaque. Muitas estão ligadas às universidades de medicina nacionais, apoiadas pelo setor privado. Resultados como a criação de um testes inteligentes para detectar Covid-19, como o Neokit-Covid-19 e o ELA CHEMSTRIP, uma máscara com propriedades antivirais, um respirador alternativo para terapia intensiva, desenvolvidos inteiramente com suprimentos nacionais em tempo recorde, ou ainda o estudo clínico avançado do soro equino hiperimune para neutralizar o vírus, mostram o patamar que está a ciência no país vizinho.

São vários exemplos de iniciativas de sucesso relacionadas às pesquisas argentinas que merecem destaque. Muitas estão ligadas às universidades de medicina nacionais, apoiadas pelo setor privado. Resultados como a criação de um testes inteligentes para detectar Covid-19, como o Neokit-Covid-19 e o ELA CHEMSTRIP, uma máscara com propriedades antivirais, um respirador alternativo para terapia intensiva, desenvolvidos inteiramente com suprimentos nacionais em tempo recorde, ou ainda o estudo clínico avançado do soro equino hiperimune para neutralizar o vírus, mostram o patamar que está a ciência no país vizinho.

Além disso, a Argentina e o México acabaram de fechar um acordo com a farmacêutica AstraZeneca para a produção da potencial vacina CoronARdx, desenvolvida pela Universidade de Oxford, da Inglaterra. O laboratório de biotecnologia mAbxience, do grupo argentino INSUD, fabricará a substância ativa da vacina, que seguirá para o México para a embalagem e distribuição “equitativa”. A meta é produzir entre 150 e 250 milhões de doses no primeiro semestre de 2021, para toda a América Latina, exceto o Brasil, onde a produção ficará a cargo da Fiocruz. 

Em entrevista recente ao canal C5N, o Ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Roberto Salvarezza, destacou que a decisão de selecionar uma empresa sediada na Argentina para produzir a vacina é uma forte mensagem do seu poder em ciência e tecnologia. “Este país sul-americano conta com recursos humanos competentes, capazes desses resultados, de criar plasma convalescente e muitas outras iniciativas, todas são conquistas da ciência e de pesquisadores de universidades e centros nacionais”, completou.
A Argentina também está envolvida nos testes para a vacina experimental produzida pelos laboratórios Pfizer, dos Estados Unidos, e BioNTech, da Alemanha. Já na fase 3 de testagem, a BNT162, que utiliza uma técnica com base no RNA mensageiro, é uma das grandes promessas de imunização para a Covid-19.

A par do trabalho sustentado por diversos centros científicos da Argentina, foram apresentados nos últimos cinco meses cerca de 530 projetos visando o combate à pandemia. Até sistemas para descontaminar o ar e protótipos para desinfetar solas de calçados estão entre as iniciativas que buscam aumentar as ferramentas de combate ao novo coronavírus.
A ciência argentina vem brilhando em um esforço conjunto, elogiado repetidamente pelo presidente Alberto Fernández, que afirmou que a educação, a ciência e a tecnologia são os pontos centrais para o desenvolvimento e para sociedades verdadeiramente ricas. Eles são os únicos que podem atestar conhecimento.

Segundo mapeamento da Universidade Johns Hopkins, a Argentina registrou, até 20 de agosto, 312.659 casos confirmados de Covid-19. Destes, 6.330 resultaram em óbitos. O país possui 44,5 milhões de habitantes. O Governo argentino estendeu, pela décima vez, a quarentena em várias regiões do país que ainda apresentam risco alto de transmissão, até o dia 30 de agosto de 2020.

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