Flamengo vence Emelec e vai às oitavas da Libertadores pela primeira vez desde 2010

Rio – O pé esquerdo de Everton Ribeiro escreveu a história da classificação às oitavas da Libertadores na vitória de 2 a 0 sobre o Emelec, do Equador. O lotado Maracanã viu de perto o pequenino camisa 7 se agigantar para exorcizar o fantasma de quedas na primeira fase das últimas três edições do torneio. Com a vaga carimbada, o Rubro-Negro decide a liderança do grupo contra o River Plate, dia 23, em Buenos Aires.

Com a obrigação de fazer o dever de casa, o Flamengo não fugiu da sua responsabilidade. Com poder de improviso e velocidade, Vinicius Junior quase abriu o placar na tentativa de encobrir o goleiro Dreer. Também com a obrigação de vencer para se manter vivo, o Emelec respondeu no contra-ataque seguinte em chute cruzado de Rojas.

O Rubro-Negro precisou de paciência para corresponder à altura a festa no Maracanã. Com Renê, impecável na marcação, Cuéllar, preciso tanto nas roubadas quando na saída de bola, e Everton Ribeiro, flutuando com habilidade pelos dois lados, a equipe dirigida por Mauricio Barbieri começou a consolidar seu domínio.

De cabeça, Juan acertou uma cabeçada no travessão e outra no pé da trave direita de Dreer. Mais perigoso ‘atacante’ rubro-negro, o zagueiro, com suspeita de lesão na coxa esquerda, deixou o campo no intervalo, mas, ao levantar a torcida, ficou claro o que o Maracanã esperava.

O recado foi entendido. Aos três minutos, Everton Ribeiro encheu o pé para abrir o placar e coroar a belíssima jogada de Renê. Expulso aos 12, por reclamação, o técnico Mauricio Barbieri não estava mais à beira do gramado para tentar corrigir a evidente ansiedade do Flamengo, que entrou no frenético ritmo proposto pelo Emelec. Pilhada, a equipe deixou espaço para contra-ataques e desperdiçou valiosas chances de confirmar a vitória, sem sustos.

Cara a cara com Dreer, Vinicius Junior perdeu a melhor oportunidade. Na dúvida com a marcação do bandeira, o xodó demorou a chutar, mas a jogada estava valendo. No sufoco, o Flamengo contou com a segurança de Diego Alves e a frieza do capitão Réver, destaque defensivo no segundo tempo.

Everton Ribeiro fechou a atuação de gala com o gol da classificação, em uma precisa cobrança de falta, aos 47. Gols dedicados à mulher, Marília, ao herdeiro, Augusto, nascido na sexta-feira, e aos milhões de rubro-negros, que deixaram para trás as quedas precoces no passado recente da Libertadores.

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