Várias reivindicações estão na pauta dos servidores do Diário e do DOL. Novo ato público às 5h da tarde, na RBA.
DIÁRIO – “E o salário, ó!!!”
Segue a transcrição, na íntegra, da mensagem aos leitores dos jornalistas do Diário do Pará e do DOL, que nesta segunda-feira, 23, a partir das 8 horas da manhã, promovem um novo protesto diante do edifício-sede do grupo RBA, na avenida Almirante Barroso. A mensagem intitula-se, irreverentemente, “E o salário, ó!!!”, reproduzindo o bordão celebrizado nacionalmente pelo Professor Raimundo, o personagem imortalizado pelo humorista Chico Anysio (foto). O personagem foi batizado por Chico Anysio como Raimundo Nonato Canavieira, um professor fictício que dedicou sua vida ao magistério e, como típico professor brasileiro, é mal remunerado, daí o bordão célebre – “E o salário, ó!!!” –, acrescido do gesto que junta o indicador e o polegar da mão, sinalizando a remuneração vil. A este se soma outro bordão, igualmente famoso, do Professor Raimundo, que serve para designar rapidez na tarefa a executar: “É vapt-vupt!“.
DIÁRIO – Paralisação tem adesão de 90%
Fontes distintas dos grevistas asseguram que a paralisação tem a adesão de 90% da redação do Diário do Pará e do DOL. A página que os grevistas mantêm no Facebook (cujo endereço eletrônico é https://www.facebook.com/grevediarioedol?fref=ts ), sobre o movimento, inclui, desde este último sábado, 21, uma foto da redação do Diário do Pará na sexta-feira, 20, quase deserta (reproduzida acima). Os Barbalho e seus prepostos estão valendo-se dos repórteres das sucursais e de freelances para sustentar o noticiário e passar a ideia de normalidade, na clara intenção de enfraquecer a paralisação, relatam os grevistas. Dentre os jornalistas supostamente contratados como freelances são citados Bruna Dias, Madson Santos e Nildo Lima. Por isso o apelo aos jornalistas, disseminado pelos grevistas via redes sociais, para que não aceitem propostas de freelances dos Barbalho, para não enfraquecer o movimento.
DIÁRIO – As reivindicações dos grevistas
11 – Equipamentos de segurança para todos os jornalistas que fazem cobertura policial, incluindo os que cobrem somente em escalas.
DIÁRIO – Camilo Centeno tenta desqualificar greve
“A greve tem motivações políticas. Estão interessados em nos enfraquecer por enxergarem a ligação com o senador Jader Barbalho.” A declaração, feita ao portal Comunique-se, é de Camilo Centeno (foto), diretor-geral do grupo RBA, a Rede Brasil Amazônia de Comunicação, da família do senador Jader Barbalho, o morubixaba do PMDB no Pará. Com ela, Centeno, que é sobrinho e ex-cunhado do manda-chuva peemedebista e identificado como o falcão do grupo, por sua prepotente intransigência, tenta claramente desqualificar a paralisação dos jornalistas do Diário do Pará e do DOL, o Diário Online, um dos principais portais do Estado. Os jornalistas reivindicam melhores salários e condições de trabalho.






