Após 23 dias de fiscalização intensa em Tailândia, nordeste paraense, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), deixou a cidade na última terça-feira (14), deixando também um alívio para quem ainda persiste no ramo do extrativismo vegetal, ainda que não consiga trabalhar de forma 100% legal.
No período que esteve em Tailândia o Ibama apreendeu mais de 6 mil metros cúbicos de madeira ilegal, entre toras e madeira serrada, apreendeu veículos, aplicou mais de 20 autos de infrações. Da madeira apreendida durante a fiscalização, parte foi doada a prefeituras de outros municípios, o que gerou reclamação por parte dos madeiros.
O fim da fiscalização é um alívio para muitos pais de famílias, que ficaram desempregados durante a fiscalização. São aproximadamente 630 empregos diretos, em cerca de 20 serrarias que ainda funcionam no município.
Mas não é apenas os empregados da indústria madeira que comemoram o retorno aos trabalhos. O comércio, que já passa por dificuldades com o corte nos salários de professores e servidores municipais, também teme um fim de ano drástico, com a fiscalização do Ibama se prolongando em Tailândia e afastando de vez os clientes das lojas.

Comentário
Lamentável isso, vai melhorar agora um pouco chega de tranqueira veio?