A CART, uma das mais antigas cooperativas de Tailândia foi uma das entidades que recebeu a certificação da Adepará (foto: Josenaldo Junior/Portal Tailândia)
A CART, uma das mais antigas cooperativas de Tailândia foi uma das entidades que recebeu a certificação da Adepará (foto: Josenaldo Junior/Portal Tailândia)
A CART, uma das mais antigas cooperativas de Tailândia foi uma das entidades que recebeu a certificação da Adepará (foto: Josenaldo Junior/Portal Tailândia)

A produtora rural Maria Glória Gomes de Oliveira, que produz queijo na vicinal do projeto Seringa, na região rural de Tailândia, nordeste paraense, recebeu nesta quarta-feira (03) a visita da Gerência de Produtos Artesanais de Origem Animal da Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará). O objetivo foi orientar Maria e demais produtores da região que procuraram a Agência para certificar sua produção. A ação segue no município até a próxima sexta-feira (05).

Maria trabalha junto com o marido Jeandro na produção do queijo, ainda de forma bem doméstica. São cerca de 70 vacas que fornecem o leite e tudo é preparado na própria cozinha da casa. “Queremos que o nosso queijo seja legalizado. Sei que precisamos das máquinas e das regras para que tudo fique certinho”, diz ela, que sustenta a família com a venda do queijo.

A Coagrotai, cooperativa que fornece boa parte da alimentação escolar de Tailândia também recebeu a certificação da Adepará (foto: Josenaldo Junior/Portal Tailândia)
A Coagrotai, cooperativa que fornece boa parte da alimentação escolar de Tailândia também recebeu a certificação da Adepará (foto: Josenaldo Junior/Portal Tailândia)

Além de Maria Glória, cooperativas de polpa de frutas, de castanha de caju e do Pará, e produtores rurais de queijo, laticínios, peixe, embutido e de charque, todas da região de Tailândia, também receberam, ou vão receber até o final da semana, a visita das gerências de Produtos Artesanais de Origem Animal e Vegetal da Adepará.

Na área Vegetal, seis estabelecimentos, entre eles, os que trabalham com produtos derivados da mandioca, estão recebendo a visita dos técnicos da Adepará. “Normalmente, quando chegamos ao município a demanda é ainda maior e isso é bem positivo, já que significa que o produtor tem consciência da importância de ter sua produção certificada e os benefícios que ele terá após esse passo. Além de orientações, faremos também palestras técnicas”, diz a gerente de Produtos Artesanais de Origem Vegetal da Adepará, Karen Belforte.

Na área Animal, 10 estabelecimentos, entre eles, laticínios, pescado, charque e embutido, estão sendo orientados em Tailândia. “Está sendo uma semana de ações tanto da área vegetal como animal, fruto do termo de cooperação técnica assinado entre a Prefeitura e a Adepará. Durante as visitas, o trabalho é realizado em parceria com agrônomo, engenheiro Civil e de Pesca, e técnico agrícola da Secretaria de Agricultura do município”, explica a gerente de Produtos Artesanais de Origem Animal da Adepará, Glaucy Carreira. “Nas visitas tratamos da legislação vigente, além de itens necessários para o registro do estabelecimento e demais orientações para a certificação dos produtos”, pontua a médica veterinária Alcinda Gomes, da Gerência de Produtos Artesanais de Origem Animal.

Segurança garantida – Após a certificação, o produto registrado na Adepará tem trânsito livre no Estado e o reconhecimento pela qualidade. A certificação permite ampliar mercados, expandir as vendas, diferenciar e qualificar os produtos, desenvolver a confiabilidade dos consumidores e gerar riquezas para o agronegócio, principalmente ao pequeno produtor. Depois de receber o selo, o produtor pode comercializar sua produção em todo Estado, para restaurantes e supermercados, entre outros. A valorização dos produtos alimentares típicos também contribui para promover o desenvolvimento local, em especial no meio rural.

 

Via Ascom Adepará

Comentários
  1. olá boa noite, gostaria de sabe qual e os telefones e e-mail de contato da cooperativa que mexe com a venda da castanha do para e do caju.

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