Foto: Cleyton Rogerio / Portal Tailândia

Na semana que o Brasil registrou mais de 980 casos do novo coronavírus, dos quais 2 pacientes que adquiriram a doença estão no Pará, onde existem 81 casos suspeitas, o tailandense pouco mudou sua rotina diária, ou persiste em não acreditar na gravidade da pandemia ao deixar de seguir as orientações de especialistas e dos próprios governos para evitar aglomerações.

Enquanto o Governo do Estado e a Prefeitura do Município determinaram, por meio de portarias, medidas de prevenção para conter o  avanço do vírus, que segue níveis de contágio de países europeus, novo epicentro da doença, o contato social segue inalterado na cidade do interior paraense.

Escolas públicas e privadas, órgãos públicos como delegacia, autarquias do Estado, Judiciário, Igrejas e Câmara Municipal suspenderam ou limitaram suas atividades ao público. Bares, restaurantes e similares, além da realização de festas também sofreram, por tempo indeterminado, alteração no atendimento aos clientes para manter pessoas isoladas umas das outras.

Todas essas medidas visam conter o alastramento do vírus pelo território brasileiro, que segundo o Ministério da Saúde tem contágio comunitário local muito rápido. O Brasil já registrou 11 mortes pelo Covid-19, no mundo são mais de 11 mil.

Embora o prefeito de Tailândia, Paulo Liberte Jasper (Macarrão) tenha deixado claro que caso necessário, a Prefeitura do Município tem saúde financeira para bancar o tratamento de qualquer cidadão tailandense e o município esteja preparado para um eventual caso, colaborar para evitar essa situação não seria uma atitude histérica.

Diante de tantas notícias, orientações e do próprio risco de contágio, o auto-isolamento ainda parece distante em Tailândia. Pessoas persistem em aglomerações, contatos desnecessários e arriscados, numa espécie de desafio a um inimigo invisível, rápido e letal.

Portal Tailândia

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