Seis meses se passaram desde que Lauro Hoffmann assumiu o comando de Tailândia. Cento e oitenta dias que parecem ter sido jogados em tempo acelerado, mas com a cadência firme de quem sabe o jogo que está jogando. Não foi estreia com nervosismo ou medo da arquibancada: Lauro entrou em campo ganhando. Da forma que Macarrão queria.
Logo de cara, um trio de eventos que não deixou dúvidas de que a nova gestão começava com ritmo e brilho: Carnaval, Aniversário da Cidade e uma Festa Junina daquelas que reúnem a alma da cidade inteira. Três festas populares que não foram só comemorações: foram o primeiro recado de que o time de 2025 não ia só administrar, ia emocionar. Ruim mesmo, apenas para quem escolheu caminhos diferentes.
Mas o jogo não é só festa. E nesses 180 dias, a bola rolou pesado nas áreas que mais importam: saúde, educação, assistência social, esporte e obras. Ruas limpas, canais desobstruídos, manutenção em vacinais e pontes. Tailândia não parou — e o que já era bom, não foi desfeito. Nenhum retrocesso. O que Macarrão construiu, Lauro respeitou. Onde precisava avançar, avançou.
Teve pulso. Teve direção. E teve humildade para seguir ao lado de quem o antecedeu — não como fantoche, como alguns tentaram pregar, mas como aliado de um projeto que não se encerrou com a última gestão, apenas passou a bola.
Lauro não traiu o velho Maca, tampouco virou marionete dele. Fez o que poucos conseguem: manteve a lealdade e mostrou autonomia. Respeitou a confiança recebida e deu respostas com trabalho.
Tailândia viu nesses seis meses uma gestão que não se escondeu atrás de desculpas. Viu um governo que soube ouvir, agir e, acima de tudo, manter a cidade em movimento.
O placar? Uma goleada.
E o jogo ainda está só no primeiro tempo.
