Com auditório lotado, Tailândia realiza 1ª Conferência Municipal de Saúde Mental (foto: Josenaldo Jr / Portal Tailândia)

O auditório da EETEPA ficou pequeno para a quantidade de participantes da 1ª Conferência Municipal de Saúde Mental de Tailândia, no nordeste do Pará, que ocorre nesta terça-feira (26).

Com o objetivo de discutir o assunto e, construir sugestões para a política pública de saúde mental, os participantes incluem profissionais de saúde, usuários do sistema e integrantes da comunidade em geral.

Coordenadora do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS), que funciona há mais de 7 anos em Tailândia, Adriane Soares, se emocionou na abertura do evento. “É um dia histórico para o município de Tailândia. Realizar a conferência demonstra a qualidade da saúde do município, só temos a agradecer a todos”, declarou.

Adriane Soares se emocionou ao falar do trabalho com saúde mental (foto: Josenaldo Jr / Portal Tailândia)

Ainda na conferência municipal, além de aprovar propostas dentro dos eixos temáticos, serão eleitos delegados para representar o município na Conferência Estadual, que acontecerá em junho deste ano.

O tema central do evento é: “A Política de Saúde Mental como Direito: pela defesa do cuidado em liberdade, rumo a avanços e garantia dos serviços da atenção psicossocial no SUS”.

A conferência é organizada pela Secretaria Municipal de Saúde e pelo Conselho Municipal de Saúde. “Este é um momento ímpar para o município. Estamos com o auditório lotado e isso demonstra a importância desse tema”, afirmou a secretária municipal de Saúde e presidente do Conselho, Ruth Alcântara.

Saúde mental no Brasil

Uma pesquisa feita em 30 países mostrou que três a cada quatro brasileiros, ou seja, 75%, afirmam pensar muito em seu próprio bem-estar mental.

A pesquisa World Mental Health Day 2021, aponta o Brasil como o país que mais se preocupa com o assunto, em comparação com as outras nações.

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) revelam que somos o país mais ansioso do mundo e o mais deprimido da América Latina. Isso, de acordo com especialistas, pode explicar a preocupação do brasileiro com o tema.

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