A acompanhante de uma paciente acusou um médico do Hospital Geral de Tailândia (HGT) de mau atendimento a uma mulher na 14.ª semana de gestação. O médico obstetra foi identificado como João Alves.

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A denúncia foi compartilhada no último sábado (12) por um perfil no Facebook, e repercutiu nas redes sociais da cidade. Segundo Kathia PK, acompanhante da gestante, o médico obstetra estava de plantão e teria negado uma ultrassonografia normal à paciente.

Segundo os relatos da publicação, a mulher gravida, que não teve o nome divulgado, suspeitava que o bebê não se movia há alguns dias. A mulher, acompanhada de Kathia PK, procuraram o HGT. Elas foram atendidas pelo Dr. João Alves, a quem o texto destaca como “infeliz sorte em conhecer.”

Durante o atendimento foi passado um exame de ultrassom morfológica, mas, este procedimento só poderia ser possível a partir desta terça, em uma clínica particular, ou seja, quatro dias depois da mulher procurar o HGT.

Como a paciente queria urgência, eles solicitaram um ultrassom normal, mas segundo a acompanhante o médico deu uma resposta de forma grosseira e se negou a encaminhar. “Não vou passar, não é grave, não é urgência, por que se fosse você já teria vindo durante a semana. E se vocês quiserem, solicite com a assistente social”. Ainda assim o exame só seria feito na segunda-feira.

Além da gestante outras pacientes relatam o mesmo comportamento do médico no HGT. Há vários relatos sobre péssimo atendimento do profissional, inclusive, após o parto.

VEJA O RELATO ABAIXO

Outro lado

Em nota o HGT afirma que a denuncia não condiz com a realidade, e que a direção confia na conduta dos seus profissionais. Veja a nota abaixo:

A direção Técnica do Hospital Geral de Tailândia (HGT), o médico Jefferson Abreu, esclarece sobre a situação. A gestão ressalta que confia na conduta médica de sua equipe de profissionais experientes na assistência da saúde pública, oferecida pela unidade hospitalar, e informa que o referido caso, denunciado pela acompanhante da paciente em suas redes sociais, não procede com a realidade gestacional da usuária, tendo em vista que o caso apresentado não era de urgência, não foi constatado sangramento vaginal, ameaça de aborto espontâneo ou outros sintomas clínicos que justificassem a realização de ultrassonografia obstétrica, como a usuária exigiu, tendo em vista que mesma tem apenas 14 semanas de gestação e, nesse período gestacional, a paciente ainda não consegue sentir os movimentos fetais, situação que só é vivenciada em torno de 20 semanas.

O diretor Técnico do HGT, Jefferson Abreu, ressalta a importância da realização do Pré-Natal que é oferecido pela na Unidade Básica de Saúde (UBS) do município, que cumpre seu papel dentro da Atenção Básica.

Estamos à disposição para qualquer tipo de esclarecimento, inclusive, através do nosso canal de comunicação com a sociedade e usuários, por meio do Serviço de Atendimento ao Usuário (SAU).

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