No Brasil, uma pessoa comete suicídio a cada 45 minutos, conforme números recentes do Ministério da Saúde. No mundo, praticamente oito cidades do tamanho de Tucuruí tiram a própria vida por ano, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS).
No estado Pará, a cada 32 horas, um cidadão se mata, apontam as estatísticas do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM). Embora não tenha sido divulgado, os números de suicídio em Tailândia, também são preocupantes, pela frequência dos casos na cidade. Só no segundo semestre de 2018, duas mulheres atentaram contra a própria vida na cidade.
A depressão é disparado a principal razão para esses casos acontecerem, seguida de problemas amorosos ou familiares, uso de drogas ou álcool, bullying e traumas emocionais (como ter sido vítima de abuso sexual). Quem observa é o portal Tua Saúde, especializado em informações de saúde, nutrição e bem-estar, que fez levantamento mostrando os principais motivos que levam moças e rapazes a dar cabo à própria vida.
Um ranking com os casos de suicídio absolutos registrados nos municípios do estado e informados ao SIM, do Ministério da Saúde, até 19 de setembro do ano passado, foi montado pelo portal Novo Pará. O ano-base é 2016.
A ordem dos municípios mais suicidas não segue exatamente a dos mais populosos. Enquanto Belém lidera em números absolutos, mas com taxa por 100 mil relativamente baixa (2,4), Novo Repartimento impera com taxa assustadora (10 por 100 mil).
Entre os municípios com mais de 100 mil habitantes, Parauapebas (8) e Santarém (7,5) estão na dianteira, com taxas assustadoras. Barcarena é o único com mais de 100 mil habitantes a não estar na lista do suicídio que, no total, marcou presença em 89 municípios paraenses dois anos atrás. A situação é de arrepiar.
Cuidados a serem tomados
As diretrizes e estratégias de atuação na área de assistência à saúde mental no Brasil envolvem o Governo Federal, Estados e Municípios. Os principais atendimentos em saúde mental são realizados nos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) que existem no país, onde o usuário recebe atendimento próximo da família com assistência multiprofissional e cuidado terapêutico conforme o quadro de saúde de cada paciente.
O CAPS em Tailândia atende mais de 800 pacientes, mas tem mais de 1.200 cadastrados no sistema.
Com informações Novo Pará
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