No local do crime, foram encontrados vários pertences da vítima e uma camisa do suspeito | Reprodução

A Polícia Civil concluiu que um casal matou a própria filha, de um ano e dois meses, em Minas Gerais. O crime aconteceu no dia 6 de julho, mas o corpo da criança estava passando por perícia e agora foi concluído o exame. O resultado das investigações foi apresentado em uma entrevista coletiva na última segunda-feira (26). As informações são do Estado de Minas.

No dia do crime, ao perceber que a criança não apresentava mais sinais de vida, o pai dela, de 39 anos, saiu de casa, tomou uma dose de cachaça em um bar e pegou um mototáxi para fugir. Após uma denúncia, ele foi localizado próximo da casa de parentes. O acusado chegou a resistir à prisão. A mãe e uma irmã dele também foram conduzidas à delegacia para averiguar se teriam facilitado a fuga. 

A mãe da menina foi presa um dia depois da morte da criança. Várias testemunhas disseram que ela espancava a bebê. A polícia disse que o pai da menina foi a casa da avó da vítima e contou que a criança morreu. A mulher, então, pediu que o marido fosse até o local para ver o que tinha acontecido. Ele disse que viu a bebê sem vida e que chamou a mãe da menina, que estava dormindo.

O casal foi preso, mas negou o crime inicialmente. O corpo da criança tinha várias marcas de agressão e, além disso, era apurada a possibilidade de estupro. Após as investigações, o delegado informou que o laudo indicou lesões nas costelas, rompimento da alça intestinal e dilaceração que é considerada um sinal característico de abuso sexual.

Fonte: O Liberal

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