com o intuito de inserir estudantes de escolas públicas, de baixa renda, negros, pardos e indígenas (PPI) e pessoas com deficiência (PcD), no Ensino Superior foi criada pelo Governo Federal a Lei de Cotas. Muitas pessoas não entendem do que ela se trata e tantas outras usam isso para tentar segregar ainda mais essa parcela da população.

Por conta de insultos direcionais aos cotistas da Universidade Federal do Pará (UFPA), a Polícia Civil do Estado realiza, desde as 6h desta quarta-feira (28) a Operação Paridade que busca combater crimes contra racismo, calúnias e difamações contra estudantes.

Os trabalhos são coordenados pelo delegado Adriano Izidio, da Diretoria Estadual de Combate a Crimes Cibernéticos.

Na operação, policias cumprem sete mandatos de busca e apreensão em lugares que supostamente estariam as pessoas que cometeram os atos, além disso objetos de onde saíram as ofensas também serão apreendidos.

No ano passado, cotistas da UFPa sofreram ataques na internet, alegando que eles não teriam direito pela vaga, sendo acusados de fraudar o sistema de cotas. Porém, as vitimas conseguiram provar legitimidade e com isso iniciou-se um processo de investigação em relação aos suspeito de deferirem tal acusações.

O delegado faz questão de lembrar, que todos os processos de cotas foram revisados.

As postagens de acusações são agressivas e coloca em cheque a honra das pessoas, um caráter extremamente racistas com o objetivo de  segregar as pessoas, como enfatizou o delegado.

Por DOL

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