Orientadores da Universidade da Amazônia (Unama) desenvolveram um projeto chamado de ventilador emergencial hospitalar. Segundo a equipe, o objetivo principal é conter a falta de respiradores em meio a pandemia. O ‘ventilador', que foi montado em apenas 10 dias, já foi avaliado por fisioterapeutas da universidade, mas ainda passará por vários testes que será realizado por uma comissão técnica.
O aparelho tem o intuito de amparar o corpo humano na troca de oxigênio e gás carbônico quando o paciente não conseguir manter essa troca sozinho. O modelo foi planejado para ser higiênico e de fácil esterilização, um exemplo, é a caixa feita de acrílico, impedindo a liberação de partículas no ambiente.
O modelo é fabricado com produtos de baixo custo e fácil acesso, mas os docentes estão trabalhando para que o equipamento seja de proteção individual, respeitando a orientação da Organização Mundial da Saúde (OMS).
“Em termos funcionais, estamos usando uma bateria de nobreak. Ela vai manter funcionando um motor que aciona o ambu. Esse processo é o mesmo usado no elevador de vidro de carro. O mecanismo sobe e desce, fazendo a frequência respiratória do paciente, sem que um enfermeiro fique 24 horas executando a atividade mecanicamente”, explica Carlos Rolim, um dos engenheiros responsáveis pelo ventilador.
