Belém (PA) – Uma denúncia grave contra o Governo do Estado pipocou na redes sociais na capital paraense. Uma microempresa foi contemplada com um contrato de R$ 74 milhões para fornecer cestas básicas de alimentos para alunos da rede estadual de ensino.
A publicação está no Diário Oficial do Estado, como está registrado abaixo, com data de 26 de março de 2020:

Dispensa de licitação – Com a situação de calamidade pública declarada, por conta da pandemia da Covid-19, doença causada pelo coronavírus, a rigidez na contratação de fornecedores é flexibilizada, permitindo que o Poder Público adquira bens e serviços com dispensa de licitação, ou seja, sem concorrência.
Mas como um valor do contrato de quase R$ 74 milhões foi dado, sem licitação, e de “mão beijada”, a uma empresa tão pequena, com capital módico de apenas R$ 79 mil reais, e que fica localizada na rua Leopoldo Teixeira, no bairro Levilândia, no município de Ananindeua?

Afinal, a empresa tem capacidade de atender a demanda milionária? Qual o critério da escolha?

Empresa – A empresa sortuda se chama Kaizem Comércio e Distribuição de Produtos Alimentícios EIRELI. O responsável por ela se chama Edson Araújo Rodrigues. Quem é ele? Quais suas influências políticas? Que garantias deu para cumprir integral e fielmente esse contrato milionário? O Governo do Pará tem muito a explicar.
Cestas – Na sexta-feira, 27, o governador Helder Barbalho inspecionou, pessoalmente, o início da operação logística para distribuição das 535.700 mil cestas de alimentação que serão entregues aos alunos da rede pública estadual de ensino.
A fiscalização ocorreu durante visita ao centro de distribuição logística que foi montado pelo Estado, em Ananindeua. No local, são montadas 10 mil cestas por dia.


Com informações do portal Roma News
