O secretário também evidencia os instrumentos que o Estado lança mão para transformar sua matriz econômica, tornando-se cada vez menos extrativista. (Foto: Carlos Borges)
O secretário também evidencia os instrumentos que o Estado lança mão para transformar sua matriz econômica, tornando-se cada vez menos extrativista. (Foto: Carlos Borges)
O secretário também evidencia os instrumentos que o Estado lança mão para transformar sua matriz econômica, tornando-se cada vez menos extrativista. (Foto: Carlos Borges)

Em entrevista à primeira edição da revista Agronegócios, publicação trimestral elaborada pelo jornal O Liberal em parceria com a RM Graph, lançada no dia 9 deste mês, o secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedem), Adnan Demachki, destacou os instrumentos e ferramentas disponibilizados pelo Estado para fortalecer as atividades econômicas locais, com foco na verticalização das cadeias. A revista também traz entrevistas com representes das Federações das Indústrias do Pará (Fiepa) e da Agricultura e Pecuária do Pará (Faepa), entre outros.

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O projeto inovador da publicação tem a mesma qualidade de edições como a Amazônia Viva e os fascículos Belém 400 Anos, encartados em O Liberal em dias específicos do mês. Adnan Demachki recebeu destaque especial. Ele aborda a nova política de incentivos fiscais, aprovada em 2015, e que privilegia a agregação de valor e inovação na indústria paraense, bem como, a criação do ‘’Selo de Prioridade’, que prioriza licenciamentos para empresas estratégicas para a economia paraense, só para citar alguns exemplos.

O secretário também evidencia os instrumentos que o Estado lança mão para transformar sua matriz econômica, tornando-se cada vez menos extrativista. Ou seja, Demachki fala sobre as ferramentas dispostas pelo Estado em incentivo à verticalização de sua economia. ‘’A maior premissa do Pará 2030 é essa verticalização’’, frisa ele em um dos trechos da entrevista.

O titular da Sedeme cita, por exemplo, que na cadeia do Alumínio, que é a mais verticalizada, a empresa Alloys Pará está em fase de licenciamento para implantar unidades fabris que irão produzir perfis e esquadrias e rodas de alumínios para bicicletas e motos. O que deve gerar centenas de empregos nessa empresa, mas permitirá também surgir outros nichos de negócios similares adquirindo seus produtos e agregando mais valor ainda.




Na primeira edição da Agronegócios, o assunto da capa é a participação do setor mineral no projeto Pará 2030. O novo produto demonstra a preocupação de O Liberal com uma das mais representativas atividades econômicas do Estado.

 

Texto: Ascom/Sedeme. Foto: Carlos Borges.

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