Policiais civis da 20ª Seccional Urbana de Parauapebas recuperaram, na tarde de ontem segunda-feira (10), 804 botijões de GLP (gás liquefeito de petróleo), ou gás de cozinha, entre vasilhames de 13 quilos e cilindros de 45 quilos, roubados, no último dia 1º,  por três indivíduos armados que interceptaram uma carreta dirigida pelo motorista Erivaldo Lopes Queiroz, na Rodovia BR-155, às proximidades do povoado Gogó da Onça, no município de Xinguara.

De acordo com Termo de Declaração do representante da empresa de venda e distribuição de gás, com sede no município de Tucumā, o motorista trafegava pela rodovia dirigindo o caminhão MAN modelo TGX 6X2, branco, placas QEV-2387/PA, quando, por volta das 15h, foi interceptado pelos assaltantes.

Após amarrarem o condutor no mato, os ladrões dirigiram o caminhão até Parauapebas, onde descarregaram a carga roubada, retomaram para a BR-155 onde abandonaram o veículo.

Foram roubados: 1.112 botijões de 13 quilos, cinco cilindros de 45 quilos, dois pneus sobressalentes avaliados em R$ 5.400,00; um macaco hidráulico avaliado R$ 300,00; uma chave hidráulica de roda, avaliada em R$ 600,00; uma lanterna sinalizadora, avaliada em R$ 500,00; equipamento de radiocomunicação avaliado em R$ 1.700,00; documentos, celular e R$ 150,00 do motorista; e R$ R$ 1.930,00 da empresa.

O caso passou a ser investigado pela Polícia Civil e, na tarde de ontem, após fazerem campana num depósito de gás do Residencial Ipê, os policiais perceberam que no local havia grande quantidade de botijões, cobertos por uma lona azul.

Eles então entraram no local, denominado Depósito de Gás Oliveira, constatando, pela data do envasamento, 31 de janeiro de 2020, compatível com a data da nota fiscal de compra, 1º de fevereiro de 2020, que se tratava mesmo da carga roubada. 

O portão do depósito estava aberto e sem cadeado e no escritório não havia móveis, o que levou os policiais a iniciarem outra investigação que levasse ao proprietário do galpão. Logo os investigadores chegaram ao nome de Alessandro Alves da Silva, sendo informados que ele vendeu o depósito a um homem identificado apenas pelo prenome de Adalberto, também conhecido como “Leiteiro”, que alugou o imóvel para um terceiro homem conhecido pelo apelido de “Mão Branca”. Nenhum dos três, entretanto, foi localizado.

A operação de recuperação dos botijões roubados foi coordenada pelo delegado de Polícia Civil Jailson Lucena da Silva e executada pelos investidores Márcio Bello, Leonardo, Almeida e pelo escrivão Alexandre.

Fonte: Zé DUDU

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

O que aconteceu hoje, direto no seu e-mail

As notícias que você não pode perder diretamente no seu e-mail.