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O Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará (Idesp) disponibilizou nesta sexta-feira, 12, os dados sobre o mercado de trabalho paraense relativos ao mês de agosto de 2014, elaborados com base no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho e Emprego. Os setores de Serviço, Construção Civil, Comércio e Indústria lideraram a geração de empregos no Estado, que registrou 5.084 novos postos de emprego, com um quantitativo de 36.418 admissões contra 31.334 desligamentos. Com esse resultado, o Pará apresenta, pelo quinto mês consecutivo, saldo positivo, voltando a ser o maior gerador de empregos formais da região Norte.

Desde o início de 2014 já foram criados 29.053 novos empregos, 11.276 a mais que no mesmo período de 2013. Entre os setores que mais colaboraram para o resultado positivo o destaque ficou com Serviços, que gerou 1.406 novos postos de trabalho, seguido pela Construção Civil, com 1.206 postos, e Comércio, com 1.011 – sendo que este último interrompeu a série de cinco meses consecutivos de registros negativos. A Indústria de Transformação, por sua vez, apresentou a maior geração de vagas no ano, com 941 novos postos. Somente a indústria de alimentos e bebidas respondeu por 639 vínculos.

A dinâmica da geração de empregos no Estado indica maior contribuição dos municípios de Belém, Castanhal e Paragominas, com saldos de 1.440, 507 e 431 novos postos de trabalho, respectivamente. Na capital, o setor de destaque foi o Comércio, com 640 novos postos. Castanhal, por sua vez, teve na Indústria de Transformação o principal gerador de vagas (338). Já em Paragominas, o setor que liderou a geração de empregos foi a Construção Civil, com 235 novos postos de trabalho.

Em sentido contrário, Altamira, que nos primeiros sete meses deste ano registrou altas sucessivas na geração de emprego, encerrou o mês de agosto com a maior queda nos registros com carteira assinada entre os municípios do Estado: foram 346 postos a menos. Parauapebas(-156) e Moju (-138) vem em seguida. A Construção Civil foi a responsável pelo maior número de desligamentos em Altamira (-400) e Parauapebas (-196). Já em Moju, foi o setor Agropecuário que mais contribuiu para perda de vínculos empregatícios, com 107 postos de trabalho a menos.

Agência Pará | Fernanda Graim – Instituto de Desenvolvimento Econômico e Social do Estado do Pará
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