Foto: ANPR / SEDS

O Cadastro Central de Empresas (Cempre) 2017 mostra ainda que o salário médio mensal dos paraenses no setor é um dos menores dentre todos os Estados da região Norte.

Com média de 2,7 salários mínimos, o que corresponde a R$ 2.506,16, ele só fica atrás da remuneração recebida pelos rondonienses: 2,6 salários (R$ 2.441,50). Nas posições seguintes, todos com média mensal de 2,8 salários mínimos, surgem o Acre (R$ 2.665,17), seguido pelo Tocantins (R$ 2.637,84) e o Amazonas (R$ 2.618,22).

Já as maiores remunerações nortistas foram observadas no Amapá (3,8 salários ou R$ 3.528,69) e em Roraima (3,3 salários ou R$ 3.076,55). Em toda a região, a pesquisa indica o salário médio mensal das empresas é de R$ 2.619,00 (2,8 salários mínimos) – apenas a frente das médias do Nordeste (2,4 salários mínimos/R$ 2.270,56).

Em todo o Brasil, o salário médio mensal foi de R$ 2.848,77 (3,0 salários), considerando todas as atividades econômicas, sendo a melhor média a da região Centro-Oeste: R$ 3.341,31 (3,6).

Em relação a 2016, o Pará manteve as mesmas posições tanto em relação ao ranking da região Norte quanto do quadro nacional. Naquele ano, a média mensal dos trabalhadores paraenses era de R$ 2.402,22 (2,7 salários mínimos) – alta de apenas 4,3% na passagem do ano.

O salário médio mensal foi calculado pelo IBGE a partir da soma entre o total de salários e outras remunerações pagas no ano pelo pessoal assalariado médio, dividido por 13. Aqui, foram levados em conta apenas os trabalhadores regularizados. Ainda de acordo com o Cempre, no ano de referência, os salários e remunerações movimentaram R$ 34,83 bilhões no Pará – R$ 485,84 milhões a mais do que no ano anterior.

Fonte: O Liberal

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