Foto: Divulgação

Dois homens acusados de participar do assassinato do subtenente da Polícia Militar, João Francisco Gonçalves de Sales Santos, foram mortos em confronto com equipes da corporação, que realizavam diligências para localizar os assassinos. O militar foi morto na manhã desta terça-feira (17/5), quando saía de moto da casa onde morava, no condomínio fechado, Oton Gomes.

Em entrevista ao Portal Moju News, o comandante da 8ª Companhia Independente da Polícia Militar (8ªCIPM), major Lima, deu detalhes da operação, que conseguiu localizar rapidamente os acusados da morte do subtenente. De acordo com o comandante, os suspeitos eram monitorados por tornozeleiras eletrônicas do sistema prisional e, por isso, foram rapidamente localizados, mas reagiram ao cerco policial e foram alvejados.

Os criminosos foram identificados como Denilson Cruz Pantoja e Fábio Yuri da Silva Martins. Segundo o major, o comandante do Comando de Policiamento Regional IX (CPR9), Coronel Vilhena, autorizou o envio de reforços a Moju, que recebeu efetivo e 11 viaturas do Grupamento Tático Operacional (GTO), do 31º e do 14º Batalhões da PM, além do helicóptero do Grupamento Aéreo de Segurança Pública (Graesp).

O clima ficou tenso na cidade e as autoridades tiveram que desmentir supostas ordens para a suspensão de aulas e o fechamento de comércios, que circularam pelas redes sociais. De acordo com o major, as primeiras informações levantadas foram que o subtenente foi morto por seis pessoas. Na busca pelos suspeitos, às 9h, ele fez contato com o coronel Vilhena para verificar se havia alguém monitorado na área de Moju.

“Com essa informação, chegamos aos dois nacionais, que durante a morte do subtenente Sales, eles se encontravam nas proximidades da residência do subtenente, inclusive, ficaram passando na frente da casa dele, ou seja, estavam aguardando a vítima sair de casa. Ele [Sales] tinha uma rotina na reserva e eles já sabiam da rotina e aguardaram para ceifar a vida dele”, relatou o comandante.

“Com esse mesmo monitoramento, conseguimos chegar ao local onde eles estavam e fizemos o cerco na área, onde não atenderam nossa ordem de parada. Para defender as nossas guarnições, tivemos que usar as armas de fogo, onde os elementos foram alvejados e conduzidos para a UMS [Unidade Mista de Saúde], mas vieram a óbito, detalhou o major.

Ainda segundo o comandante, outras pessoas foram presas durante as diligências. Ele não deu números, mas disse que as ações foram pontuais. 

“Conseguimos fazer várias detenções de pessoas que estavam envolvidas na situação e, graças a Deus, todas as missões foram pontuais, através de monitoramento e informações da população mesmo”, acrescentou o oficial.

“A população pode ficar tranquila que a PM está trabalhando 24h. Não acredite em fake news, a cidade está controlada”, garantiu o comandante.

Por: Portal Moju News

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