A Justiça do Pará concedeu liberdade provisória à influenciadora Evellyn Braga, presa desde o dia 30 de julho durante uma operação da Polícia Civil que investigava a morte do sargento da Polícia Militar Antônio Anildo Alves, assassinado a tiros dentro de um supermercado, em Mãe do Rio, no nordeste do Pará.
Segundo informações divulgadas pela polícia à época, Evellyn era investigada sob suspeita de ter prestado apoio a pessoas envolvidas no homicídio. Ela também foi autuada em flagrante por suspeita de tráfico de drogas. Outras pessoas foram presas durante as diligências realizadas nos municípios de Mãe do Rio e Paragominas.
Na decisão, assinada em 8 de setembro de 2026, a Justiça considerou que, embora a investigação inicialmente apontasse um possível envolvimento da influenciadora no homicídio, não surgiram novos elementos capazes de fortalecer os indícios de autoria.
Com isso, foi determinado o alvará de soltura. Evellyn deverá responder ao processo em liberdade, mas precisará cumprir medidas cautelares.
Entre as determinações estão o monitoramento eletrônico, o comparecimento mensal em juízo e o recolhimento domiciliar das 23h às 7h, além dos finais de semana.
A decisão também levou em consideração condições pessoais favoráveis da investigada, como o fato de ser ré primária, possuir residência e emprego fixos e estar matriculada em um curso superior.
A liberdade provisória não significa absolvição. O caso continua sendo investigado, e Evellyn Braga seguirá respondendo ao processo sob as medidas estabelecidas pela Justiça.
