Foto: Reprodução

Rodrigo Lima Souza, de 22 anos, foi preso pela a Polícia Civil, em Goianésia do Pará, após ter confessado de de ter matado o namorado José Graciano da Silva Junior, de 28 anos de idade. O crime aconteceu na madrugada de sábado (18). Uma faca e objetos pessoais da vítima foram apreendidos.

A equipe do delegado Walmir Racine Lima iniciou a investigação do caso na manhã de sábado, após o pai do morto, José Graciano da Silva, procurar a Delegacia de Polícia para registrar o fato. Ele contou que o filho havia saído de casa na noite de sexta-feira (17), em uma moto Honda Pop, levando aparelho celular e objetos pessoais, com a intenção de se divertir. “Nesse dia ele recebeu o salário que estava todo com ele”, lembra o homem, que soube da morte do filho quando o corpo já estava no necrotério do hospital municipal.

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O delegado Walmir conta que chegou ao então suspeito após ouvir pessoas do círculo de amizade de José, que foi visto pela última ao lado do namorado Rodrigo Lima. Após ser localizado e conduzido à delegacia, o rapaz negou qualquer envolvimento com o assassinato. “Ficamos na minha casa até as 3h e depois disso não o vi mais”, disse em depoimento.

A versão não convenceu à equipe policial. Desconfiado, o delegado foi à casa de Rodrigo e encontrou no local evidências contundentes que incriminam Rodrigo. “Encontramos roupas e, possivelmente, a arma do crime, uma faca, todos com manchas de sangue”, conta o investigador Edson que acompanhou Walmir Racine.

Ao retornar à delegacia, confrontado com as evidências, Rodrigo confessou ter matado com um golpe de faca o namorado José Graciano Júnior.

Pela nova versão, o suspeito relatou que houve uma ferrenha discussão e, motivada por ciúmes, ele matou o namorado. Em seguida, ocultou o corpo numa área deserta do Bairro Sol Nascente e também escondeu os objetos do rapaz, que foram encontrados e apreendidos.

O réu confesso está preso na Delegacia de Polícia Civil de Goianésia do Pará à disposição da Justiça. O corpo de Graciano Junior foi removido pelo IML de Tucuruí e, posteriormente liberado aos familiares.

*Com informações Zé DUDU

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