O massacre ocorrido no Centro de Recuperação Regional de Altamira, na última segunda-feira (29), resultou em 58 mortos, sendo 16 decapitados. Para identificação da maioria dos corpos, principalmente, os carbonizados, o Instituto Médico Legal (IML) solicitou que cada família escolhesse um representante para realização do exame de DNA.
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A medida foi tomada em decorrência do estado dos corpos degradados pela violência, o que dificultou a identificação imediata pelos peritos. Na última quarta-feira (31), os agentes do IML organizaram uma lista de familiares para realização do exame de DNA.
*Com informações Roma News.
