Crédito: Reprodução/Redes Sociais/WhatsApp

O homem identificado como Leonardo Felipe Giugni Bahia, que matou a própria mãe, Arlene Giugni da Silva, no bairro de Batista Campos, em Belém, não tinha histórico de comportamentos violentos. Uma das linhas de investigação da Divisão de Homicídios, está uma medicação que o advogado tomou para conter uma crise alérgica horas antes de cometer o assassinato.

O diretor da Divisão de Homicídios da Polícia Civil do Pará, Claudio Galeno, explicou que nos levantamentos iniciais, não há qualquer histórico ou indícios de comportamentos violentos ou agressividade. Não existe nenhuma queixa ou boletim de ocorrência contra ele, o que reforça a tese de um surto psicótico. 

“É um jovem de classe média, pacato, com trabalho, vivendo em um ambiente familiar harmônico, advogado e conhecedor de leis. Tudo indica um surto psicótico. Temos relatos de que ele teria ido a um hospital para tomar uma medicação por conta de uma alergia. Ele retornou pouco antes da discussão que teria levado ao crime”, contou o delegado.

Entenda o caso

A Polícia Civil (PC) acredita que o adovgado Felipe Giuni Bahia matou a mãe, Arlene Giuvin da Silva, a facadas após uma discussão banal, sobre a forma como um pão deveria ser colocado na mesa. De acordo com a PC, a Felipe teria se irritado com a forma como a mãe respondeu. 

Mãe e filho iniciaram uma discussão que resultou na morte de Arlene. O advogado foi autuado em flagrante pelo crime de homicídio. Ainda segundo a polícia, os agentes de segurança pública foram acionados via CIOP e, ao chegarem ao local, o homem se entregou e confessou o crime.

Por: Roma News

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