O Delegado Geral da Polícia Civil do Pará, Walter Resende, afirmou que o disparo de arma de fogo contra o candidato a prefeito de Parauapebas, Júlio César, não ocorreu da forma, como narrado pelas testemunhas ouvidas durante a investigação. A perícia realizada indica que o veículo estaria, no máximo, a 9 km por hora.
O laudo aponta que o candidato realmente foi atingido com um disparado, dado no para-brisas do veículo, e ainda que foi realizado no local contado pelas testemunhas.
Segundo a Polícia Civil, se confirmado a falsa comunicação de crime, os falsos denunciantes poderão ser penalizados com o ressarcimento das custas das investigações e do inquérito, além de outras punições previstas em lei.
