O Superior Tribunal de Justiça (STJ) vai decidir em agosto o embate criado entre o Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) e a empresa de serviços online Google Brasil em torno das investigações sobre as mortes da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, em 14 de março de 2018.

Um recurso da Google tenta anular um recurso da Justiça fluminense que determinou à empresa a cessão dos IPs (endereços de internet) dos usuários que pesquisaram no buscador “Marielle Franco” e outras combinações nos dias que antecederam o duplo assassinato.

Para chegar aos mandantes do duplo assassinato, os investigadores querem a lista de pessoas que pesquisaram no Google o nome “Marielle Franco”,  além das palavras-chave “vereadora Marielle”, “agenda Marielle”, “agenda vereadora Marielle”, “Casa das Pretas”, “Rua dos Inválidos 122” e “Rua dos Inválidos” – local e endereço onde Marielle esteve pela última vez antes da emboscada que a matou – entre 10 e 14 de março de 2018.

Por O Globo

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