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Na tarde da última quinta-feira (25), a Polícia Civil de Minas Gerais realizou uma coletiva de imprensa para esclarecer mais detalhes sobre o acidente aéreo e a morte da cantora Marília Mendonça. A tragédia, que aconteceu no dia 5 deste mês, ainda é cercada de mistérios.

Para explicar as dificuldades relacionadas às investigações, o Ministério Público Federal (MPF), que está acompanhando o caso da queda do avião em Minas Gerais, informou que a aeronave não tem caixa preta. Esse fato, que dificulta uma melhor apuração das causas do acidente, foi confirmado pelo Centro de Prevenção e Investigação de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), responsável pela avaliação da queda. 

O médico legista, Thales Bittencourt, confirma que Marília Mendonça morreu vítima de um politraumatismo contuso. “É possível afirmar que a morte ocorreu a partir do impacto da aeronave no solo, que levou ao politraumatismo grave de todas as vítimas”, declara, baseando-se no laudo realizado pela perícia técnica.

Segundo o delegado Ivan Salles, da Polícia Civil, o piloto estava em procedimento de pouso no momento do acidente. Informou, também, que um outro avião pousou logo em seguida à tragédia com a sertaneja.

“Pela oitiva (depoimento) desse piloto, a estimativa que faço é que estava a 1 minuto, 1 minuto e meio do pouso, quando infelizmente parece que ele se chocou com a rede de transmissão da Cemig e acabou ocorrendo o acidente. Falo ‘parece’, pois ainda precisamos da perícia. Logo depois o piloto que vinha de Viçosa pousou normalmente”, explicou o delegado.

Outras quatro pessoas morreram no acidente. O produtor Henrique Ribeiro; o tio e assessor de Marília, Abicieli Silveira Dias Filho; o piloto, Geraldo Medeiros; e o copiloto, Tarciso Viana. O avião era um  Beechcraft King Air C90a, da companhia de táxi aéreo PEC.

Por:  Portal IG.

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