Após queda de Bolsonaro nas intenções, Lula venceria eleições ainda no primeiro turno | Reprodução

Lula oscilou um ponto percentual para cima e Jair Bolsonaro dois pontos para baixo nas intenções de voto, aponta a pesquisa feita Quaest encomendada pela Genial Investimentos.

Divulgado nesta quarta-feira (8/6), o levantamento estimulado mostra que Lula alcançou o maior índice de intenções de voto dos últimos seis meses e, na maioria dos cenários, ganharia ainda no primeiro turno das eleições deste ano.

Na pesquisa espontânea, que não oferece ao entrevistado nenhum nome de pré-candidatos ao Planalto, o crescimento de Lula (PT) foi ainda maior. O ex-presidente cresceu 4 pontos percentuais, chegando a 32% das intenções de voto, enquanto Bolsonaro (PL) oscilou 2 pontos percentuais para baixo e registrou 20%.

Na primeiro cenário da estimulada, em que todos os nomes pré-candidatos à Presidência são apresentados ao entrevistado, Lula marcou 46%, Bolsonaro 30%, Ciro Gomes (PDT) 7%, André Janones (Avante) 2% e Simone Tebet (MDB) 1%. Brancos e Nulos representam 6% e 7% das pessoas disseram que não irão votar.

No segundo cenário, sem Janones, Lula oscila um ponto para cima e alcança 47%, Bolsonaro oscila 2 pontos para baixo e registra 29% e Ciro e Tebet oscilam 2 pontos e apresentam 9% e 3%, respectivamente.

Sem Tebet, no terceiro cenário da estimulada, Lula oscila um ponto para cima em comparação ao segundo e chega a 48% das intenções de voto. Bolsonaro também registra uma oscilação de um ponto para cima e chega a 30%. Ciro mantém 9% e Janones apresenta 3%.

VITÓRIA NO 1º TURNO

Considerando apenas os votos válidos, onde os votos brancos e nulos são desconsiderados, Lula venceria em quase todos os cenários, por somar mais votos do que todos os outros candidatos juntos. 

Já em um eventual segundo turno entre Lula e Bolsonaro, o candidato do PT aparece com 54% dos votos, enquanto Bolsonaro teria 32%. Brancos e nulos somariam 9%.

A pesquisa fez 2 mil entrevistas pessoais com brasileiros a partir de 16 anos entre 2 a 5 de junho. O nível de confiança é de 95%. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Por: Metrópoles

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