Fim do Facebook? PortalTailândia.com.br

Eric Jackson, fundador da Ironfire Capital , prevê que dentro de cinco a oito anos irá desaparecer o Facebook como o grande player da web, assim como aconteceu ao Yahoo fez: “Mas o Yahoo ainda é rentável, tem 13.000 funcionários, mas é 10% daquilo que era em 2000. E para todos os efeitos, já desapareceu”, declarou Jackson no programa Squawk da CNBC.

Na opinião de Eric Jackon existem três gerações de empresas de Internet: o Yahoo como pioneiro da internet, o grande portal web, é o melhor exemplo da primeira geração; o Facebook, que revolucionou a relação da web com as redes sociais, pertence à segunda geração e a terceira geração serão as empresas totalmente focadas em tirar o máximo dos proveitos financeiros do segmento móvel, algo com que o Facebook ainda tenta lidar.

“When you look over these three generations, no matter how successful you are in one generation, you don’t seem to be able to translate that into success in the second generation, no matter how much money you have in the bank, no matter how many smart PhDs you have working for you,” referiu Jackson.

Uma das barreiras que enfrenta o Facebook no futuro é que este não tem sido capaz de transformar em dinheiro a fantástica base de utilizadores que utilizam os dispositivos móveis para a ligação à rede social.

Este é um assunto que tem sido permanentemente questionado e apontado à empresa de Mark Zuckerberg antes da entrada na bolsa de valores e mesmo depois quando as acções do primeiro dia a 38 dólares caíram para os 25,87 dólares (último valor de fecho dos títulos da empresa que representou a maior queda, em duas semanas, desde 1995).

Mas isto não será, segundo Eric Jackson, o que levará a empresa a ficar para trás quando outros serviços e produtos estiverem a florescer. Como a Google conseguiu entrar no mercado das redes sociais, também o Facebook terá de conseguir entrar no segmento dos dispositivos móveis.

Para Patrick Moorhead, analista de Moor Insights & Strategy, o Facebook não desaparecerá em cinco anos, mas este reconhece que não terá os mesmos índices de crescimento que apresenta actualmente. No entanto, mesmo que outros serviços cresçam, como por exemplo o Pinterest, os utilizadores precisam de uma plataforma que reuna ali à mão os seus amigos e conhecidos. [via]

 

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