Linux – Supercomputadores – Portal Tailândia

No inicio deste semana, demos a conhecer aqui o supercomputador mais poderoso do mundo, que pertence à IBM, e ao qual deram o nome de Sequoia. O Sequoia é capaz de fazer 16,32 quatrilhões de cálculos por segundo…um nível de processamento que até ao momento não foi alcançado por mais nenhuma outra máquina (ao que parece, a Fujitsu já está a trabalhar nisso).

Mas que sistema operativo é usado neste e em outros supercomputadores?

Após receber um e-mail de um leitor a questionar sobre qual o sistema operativo usado no Sequoia, decidi investigar um pouco e acabei por descobrir que o Linux lidera isolado no segmento dos supercomputadores. Tais estatísticas estão disponíveis no site itop500.org que disponibiliza várias estatísticas interessantes.

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No que se refere aos sistemas operativos que rodam nos supercomputadores, o Linux lidera isolado com 92.4% de share (em cerca de 462 supermáquinas), seguido do Unix com 4.8% (em 24 supermáquinas) e onde o Windows conta apenas com 0,4% (2 supermáquinas). A escolha do Linux para equipar os supercomputadores deve-se certamente à escabilidade e estabilidade do sistema operativo, à estrutura, ao baixo custo associado e também ao nível de optimização que permite “afinar”  o sistema operativo ao hardware da máquina onde está instalado.

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Ainda no site itop500.org  podemos por exemplo visualizar que a Intel domina no mundo dos supercomputadores a nível de processadores e que a maioria destas supermáquinas estão localizadas nos Estados Unidos. A empresa IBM lidera actualmente neste segmento.

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Para quem usa e saber usar Linux, sabe certamente que o Linux é um sistema operativo que oferece características e performances  fantásticas e que pode tirar partido do hardware de qualquer servidor. Por outro lado, e falando por experiencia própria, o Windows Server é também um fantástico sistema operativo para cenários onde se pretende ter uma rede bem organizada e com uma gestão centralizada. Aproveitando o tema do artigo hoje deixo a seguinte questão:

Será que algum dia o Linux será líder no segmento dos Desktops?

pplware
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