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A volta do auxílio emergencial parece cada vez mais próxima. Os novos presidentes da Câmara e do Senado Federal mostraram-se a favor do retorno nos discursos de posse e nesta quinta-feira (4), o líder do governo Bolsonaro na Câmara, Ricardo Barros (PP), indicou que o governo deve aprovar a volta do auxílio, mas com reformulações nas regras.

Barros disse que o auxílio precisa de uma revisão e que o governo deve atender apenas pessoas que estejam sem renda alguma nesta pandemia.

Em entrevista ao jornal Valor Econômico, o parlamentar bolsonarista disse que “não temos mais decreto de calamidade pública e orçamento de guerra”, o que pressupõe que “não teremos auxílio emergencial no formato que foi entregue”.

Em sua visão, menos pessoas precisam do auxílio neste momento e mirou contra os casos em que até quatro pessoas de uma família recebiam o benefício. 

Antes da pandemia começar, a ONU estimava que 5,1 milhões de brasileiros vivam na pobreza extrema, ganhando menos de US$ 1,90 por dia. Num dos cenários desenhados pela entidade em que a economia não iria se reerguer rapidamente, o ano de 2021 começará com 7,9 milhões de brasileiros nestas condições.

Segundo o líder governista apontou, os Ministérios da Cidadania e da Economia estão montando o formato do novo auxílio emergencial para que ele possa encaixar no modelo de plano fiscal do governo.

Por: Diário Online

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