O hospital que foi inaugurado em maio de 2011 passa por uma situação difícil.
Esse hospital dá mais conversa do que final de novela das oito. Na verdade, desde sua construção e inauguração (que quase não acontece), o hospital está envolto em um grande jogo de interesses. E o pior, os não menos interessados e muito mais necessitados – a população de Tailândia, vem perecendo e morrendo a míngua, à mercê da boa vontade daqueles que só pensam no próprio bolso.
Após a mudança do governo municipal a situação do HGT ficou incerta. A última informação que tivemos é que o município vai devolver para o estado a administração do hospital que está nesse momento praticamente sem médicos.
A cidade está com apenas 6 médicos para atender na Assistência Médica Ambulatorial e no Hospital. E pelo jeito que andam as coisas, quando voltar para a administração do estado pode piorar e muito.
Notícia da municipalização do HGT:
Com o funcionamento do novo hospital que agora é municipal, a população terá acesso a diversas especialidades como traumatologia, neurologia, ortopedia, urologia, dermatologia, oftalmologia entre outros, em toda região, somente Tailândia tem especialidades nessas áreas de atuação, sendo que dessa forma o município poderá pactuar alguns serviços com outros municípios que se encontram longe dos grandes centros.
O Hospital
O complexo hospitalar possui unidades de atendimento independentes, interligadas por circulações cobertas. São 5 edifícios distribuídos em 2 blocos com 1 pavimento, 3 blocos térreos e 2 unidades de serviço. Com 4.300m² de área total.



Comentários
sic “geito” não é com “G” caro blogueiro, espero que o hospital sendo administrado pelo estado tome jeito pagando os seus colaboradores…
Erro nosso. Está corrigido! Obrigado Luiz Alberto!
Se por acaso acontecer isso…é uma prova da falta de capacidade….ou seja..não sabem administrar…graças a Deus o mandato tá acabando…nunca vi regressão tão rápida….
Egua, quer dizer que o hospital de Tailândia vai ficar igual aos de belém nossa to até imaginando a qualidade no atendime, a final de contas só ouvimos coisas boas dos hospitais de lá.