A entrada do Porto de Vila do Conde, em Barcarena, está fechada desde 6h30 desta quarta (28). Cem  trabalhadores do Sindicato dos Guardas Portuários do Pará e Amapá e do Sindicato dos Trabalhadores em Serviços Portuários no Estado do Pará e Amapá (Sindiporto) decidiram parar atividades por 24 horas, em assembleia realizada ontem (27).

Eles tentam sensibilizar a diretoria da Companhia Docas do Pará (CDP), empresa pública estadual que administra os portos do estado no Pará, a retomar negociações sobre o Plano de Emprego e Salários da categoria dos guardas portuários, e também em protesto contra mudanças em cessões de benefícios relacionados a licenças médicas por afastamento por covid-19.

Sindicato dos Trabalhadores em Serviços Portuários no Estado do Pará e Amapá (Sindiporto) soma cerca de 300 afiliados só entre trabalhadores que atuam em Barcarena. O Sindicato dos Guardas Portuários do Pará e Amapá soma mais de 160 afiliados que atuam em portos de todo o Pará. 

O porto de Vila do Conde é o maior porto público em arrecadação e em operação na Região Norte. O Sindicato dos Guardas Portuários do Pará e Amapá  diz que mesmo com a paralisação, mantém 50% dos postos de trabalho atuando, para que não seja prejudicada a operação portuária em Vila do Conde. A operação de portos é considerada um serviço essencial.

Por O Liberal

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *