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Pacientes que precisam de tratamento para hepatite C, por meio do Sistema Único de Saúde (SUS), estão com a medicação em atraso há pelo menos três meses. A Secretaria de Saúde de Estado admite que, desde 2018, há atrasos e fracionamento na entrega do medicamento pelo Ministério da Saúde (MS) – que promete regularizar a situação ainda este mês no Pará.

DOENÇA ATINGE MILHÕES

A Organização Mundial de Saúde (OMS) aponta que existem 170 milhões de pessoas infectadas com hepatite C e 350 milhões com hepatite B em todo o mundo.

De 2017 a 2018, ocorreram no Pará 102 casos de hepatite A. Além de 570 de hepatite B e 417 casos de hepatite C. De 2016 a 2017, foram 22 mortes pelo tipo B e 16 mortes pelo tipo C, segundo dados da Sespa.

As hepatites virais são doenças infecciosas causadas por vírus que comprometem a saúde e o funcionamento do fígado, principalmente, além de comprometer outros órgãos. Existem três tipos mais frequentes da doença, transmitidas o todo tempo: A, B e C. 

Os sintomas podem surgir de 15 a 45 dias após contato com o vírus e, geralmente, causam pele e olhos amarelados, além de urina escura e fezes claras

PREVENÇÃO

A principal e mais segura forma de evitar as hepatites é por meio da vacinação. Há vacina contra a hepatite B disponível nos postos de saúde para pessoas de todas as idades. Além de vacina contra a hepatite A, para crianças de 12 meses até cinco anos.

Quem toma vacina contra a hepatite B fica protegido com a hepatite D. Ainda não existe vacina contra a hepatite C. Além disso, a vacina para A e B estão disponíveis na rede privada.

Com informações O Liberal.

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