A lavagem cerebral esquerdista no ENEM já virou “macete de prova”, ao menos nas redes sociais. Na dúvida, dizem alguns dos avaliados, concorde com Karl Marx e garanta sua entrada no ensino superior. Na edição 2015, por exemplo, vem chamando atenção uma questão que culpava a globalização pelo desemprego. Mais do que isso, o desgosto que muitos estudantes sentiram ao ter que marcá-la como alternativa correta. Abaixo, alguns exemplos:

 

 

 

 

 



Via Implicante

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